Que ninguém se sinta obrigado a ler este blog... a sério, só o fiz para ver como é, para publicar aquilo que me vem à cabeça... o que nem sempre é interessante. Ne vous sentez pas obligés de lire ce blog... je l'ai fait uniquement comme expérience, pour publier ce que je considère intéressant. Et tout est relatif. Surtout l'intéressance. Bref, bienvenue à mon blog! Bem-vindos ao meu blog!

sexta-feira, janeiro 30, 2009

Exposição


Exposição de fotografia contemporânea - até dia 21 de Março de 2009.
http://www.pente10.com/


quinta-feira, janeiro 29, 2009

Amnistia Internacional


Descobri hoje que Amnistia Internacional foi criada em 1961 para defender... portugueses!! Estudantes aprisionados por terem feito um brinde à liberdade... interesting, isn't it?
http://www.amnesty.org/

OPEN your newspaper any day of the week and you will find a report from somewhere in the world of someone being imprisoned, tortured or executed because his opinions or religion are unacceptable to his government. [...] The newspaper reader feels a sickening sense of impotence. Yet if these feelings of disgust all over the world could be united into common action, something effective could be done.
Peter Benenson "The Forgotten Prisoners" The Observer 1961

Hoje existem mais de 2 200 000 de membros distribuídos por 150 países.

Ironia do destino: a página de Amnisty Internacional Portugal encontra-se em manutenção =D novas tecnologias... é o que dá...

sábado, janeiro 03, 2009

Fado Português

O fado nasceu um dia
Quando o vento mal bulia
E o céu o mar prolongava
Na amurada de um veleiro
No peito de um marinheiro
Que estando triste cantava

Ai que lindeza tamanha
Meu chão, meu monte, meu vale
De folhas, flores, frutas de oiro
Vê se vês terras de Espanha
Areias de Portugal
Olhar ceguinho de choro

Na boca de um mirinheiro
No frágil barco veleiro
Morrendo a canção magoada
Diz o pungir dos desejos
Do lábio a queimar de beijos
Que beija o ar e mais nada

Mãe adeus, adeus Maria
Guarda bem o teu sentido
Que aqui te faço uma jura
Que eu te leve à sacristia
Ou foi Deus que foi servido
Dai-me no mar sepultura

Ora eis que embora outro dia
Quando o vento nem bulia
E o céu o mar prolongava
A proa de outro veleiro
Velava outro marinheiro
Que estando triste cantava

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