Que ninguém se sinta obrigado a ler este blog... a sério, só o fiz para ver como é, para publicar aquilo que me vem à cabeça... o que nem sempre é interessante. Ne vous sentez pas obligés de lire ce blog... je l'ai fait uniquement comme expérience, pour publier ce que je considère intéressant. Et tout est relatif. Surtout l'intéressance. Bref, bienvenue à mon blog! Bem-vindos ao meu blog!

segunda-feira, janeiro 22, 2007

Is this love...?

Gosto desta visão do amor... tão simples e genuína (será mesmo?=P)

I wanna love you and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together with a roof right over our heads;
We'll share the shelter of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
I wanna know - wanna know - wanna know now!
I got to know - got to know - got to know now!

I-I-I-I-I-I-I-I-I - I'm willing and able,
So I throw my cards on your table!
I wanna love you - I wanna love and treat - love and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together, yeah! - with a roof right over our heads;
We'll share the shelter, yeah, oh now! - of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.

Is This love, Bob Marley (excerto)
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Quanto mais o tempo passa (uma pessoa vai envelhecendo, e tal...) mais gosto de Bob Marley... todavía sigo esperando outro reggae que me convença
Letra da música copiada do site:
Imagem copiada do site:

quinta-feira, janeiro 18, 2007

101

Agora que me ia embora é que reparei... passei a barreira dos 100 posts!!! Já ganhei o meu dia.

fritanço pós-teste

Agora no teste de Biologia Animal só por pouco não confundi o filo Ctenophora com o Ectoprocta (equivalente ao Bryozoa, dos Lofoforados). É grave… terrível, imperdoável. Mas recuso-me a voltar a preocupar-me com o assunto!!!! ACABEI! Tá feito, ciao Kinorhynchas, Gnathostomatas, e Platyhelmintes!! Gostei de vos conhecer mas vou-vos esquecer nos próximos 2 dias (espero eu) =)
Estudar para esta cadeira foi extremamente enriquecedor do ponto de vista intelectual. Sabiam que as minhocas, aquelas coisinhas cor-de-rosa que costumamos ver na terra do jardim, e que eu gostava de ver contorcer-se enquanto se estorricavam ao sol, nas lajes à beira da piscina, nas tardes de Verão, são na realidade Protostómios, aliás Lofotrocozoa, do ramo Espiralia (a sua segmentação e o celoma completo permitem maior diversidade e precisão nos movimentos), filo Annelida e classe Oligochaeta (por serem carecas… “oligochaeta” significa mais-coisa-menos-coisa “sem pêlos”)? E que a mosca (aquela chata cuja presença dispensamos a qualquer momento) também é Protostómio só que Ecdysozoa (a cutícula rígida externa promove protecção e suporte mas implica crescimento por mudas, e formas de locomoção, nutrição e respiração alternativas [yeah!] visto que não se deforma nem permite trocas gasosas com o exterior), é um artrópode do filo Hexapoda, filo cujos animais foram os primeiros a voar!! E os Artrópodes são os campeões do Reino Animal, atenção, os que têm maior variedade (1,5 MILHÕES DE ESPÉCIES!!!!! [aplausos]) e abundância (1000000000000000000 INDIVÍDUOS!!! [aplausos] Aqui não dá para pôr potências de 10... aquilo são 18 zeros)! É verdade… aquela estúpida não é um bicho qualquer… e nós no meio disto? O que é que somos? Para já, contrariamente à mosca e à minhoca somos Deuterostómios (ainda não percebi o que significa do ponto de vista evolutivo mas deve ser – esperemos – muito melhor do que Protostómio), do filo Chordata, sub-filo Vertebrata também conhecido por Craniata (ora muito prazer…) e não sei mais. Sim, porque eu, na minha imensa rebeldia pouco estudei sobre este filo… não, por acaso agora lembrei-me: somos da superclasse (tchanãããããhh!!! Supersupersupermega classeeee!! É o que eu digo pá, somos os maiores) Gnatostomata e da classe Mammalia (somos mamíferos, isto eu já sabia antes de estudar).
Enfim. Esta cadeira tem palavrões tão fixes (parecem nomes de Pokémon, disse o Chico) que não resisti a escrever este post antes de me esquecer de tudo…

Pele

Hoje de manhã acordei com esta... lamento mas desta vez ouvi a letra e apeteceu-me ler melhor (era pior se eu publicasse a do André Sardet, não?):

Fechaste as portas do teu mundo
Na esperança de ele se encontrar
Vais contando o tempo quase ao segundo
Parece não querer passar

Fazes de conta que está tudo bem
E andas às voltas quando estás a sós
Gritos mudos que só tu entendes
No profundo silêncio que é a tua voz

Não precisas de te esconder
Ninguém vai encontrar
O que está escrito na tua pele
Só tu para o decifrar

Quadro teu traço a pincel
A história da tua vida
Escrita, sentida, tatuada na pele
Quem lá escreveu
Com a tua permissão
Nem sequer, nem sequer percebeu
E perdeu a folha pele
Por entre as mãos
[bis]

Polo Norte, Pele

terça-feira, janeiro 16, 2007

Paris, julho 2005

Econtrei estas fotos no meu PC... (decidi publicá-las antes que fiquem fossilizadas)
J'ai trouvé ces photos dans mes fichiers et j'ai décidé de les publier avant qu'elles ne deviennent des fossiles informatiques:

Sorbonne



A minha mãe, eu e as DSs

maman, les DS, et moi


Perto do Centre Pompidou, onde fomos comer uns crepes (se bem me lembro)

Près du Centre Pompidou, où nous sommes allés manger quelques crèpes

Há olhos... e olhos!

Duas primas: Vanessa e Pipa; Dezembro 2006 em casa dos tios, Alpedrinha



terça-feira, janeiro 02, 2007

Novo link

Adicionei o link do blog do Thommy. Gosto principalmente do título: Trains of thoughts.
Tem um estilo bastante arrojado. Para quem gosta de textos... abstractos.

2007


Pronto, pronto, já passou... Talvez seja necessário especificar que o post precedente foi escrito num mau dia, tinha que descarregar. Entretanto recobrei o espírito natalício, tive um bom Natal, espero que também tenha sido o caso dos estimados leitores, e desejo-vos, (para isto ainda vou a tempo),
Um Bom Ano
Bonne année
Urte Berri On
Bom ano!!
2007!!!!!!!!!
Estou com um bom feeling. Este será um óptimo ano.

segunda-feira, dezembro 18, 2006

Natal


Filas. Mais filas. Semáforos no verde à frente dos quais não se avança.

É de noite, quero ir para casa, podre de cansaço depois de um dia de trabalho, e fico dentro de um carro sobreaquecido (no inverno é sempre a mesma coisa), parado... quer dizer IMÓVEL (aaaahhhhhrrrgg!!!), como o ponteiro das horas no meu relógio de pulso que por acaso responde ao meu relógio biológico: “são horas de jantar!!”; na Avenida da Liberdade. E tudo isto porquê? ... Je vous demande un peu...? Porque... [rewind]...

É de noite, quero ir para casa, podre de cansaço depois de um dia de trabalho, e... É NATAL!!!!! (sinos) O povo sai à rua para ver as iluminações!!!! Pois com certeza! Está na hora da peregrinação, antes do jantar, até à árvore de Natal mais alta (e mais foleira) da Europa!!!! Por isso, bora todos, de carro, para os engarrafamentos, ver as iluminações da Avenida da Liberdade (1ªentrada), dos Restauradores (2ª entrada), do Rossio (1º prato), da Baixa (2º prato) e, por fim, o melhor de tudo, a sobremesa, o... TERREIRO DO PASSOOO!!!! COM A ÁRVORE!! É neste preciso momento que todo bom português abranda (ou simplesmente pára), abre a janela, abre muito os olhos (uaaaauuu!!!), estica o pescoço para ver a estrela, saca do telemóvel, e tira um foto para recordar, até ao fim da sua existência, este monumento ao espírito natalício enquanto mega-estratégia de marketing. É triste.

imagem tirada do site
http://www.telecom.pt/InternetResource/PTSite/
PT/Canais/SobreaPT/noticiasPT/arvorenatalsapo.htm

terça-feira, novembro 28, 2006

diecinueve... emeretzi... neunzehn... ou terra do nunca

Hoje havia aula mas afinal não há e é por isso que estou aqui desde as 8h45, pa ter uma aula às 10h, que afinal não vai haver, levantei-me às 7h15 para só ter aula ao meio-dia. Boa. Mas como há males que vêm por bem, tive tempo para vir aqui dar uma volta... é assustador ver que há mais de um mês que não escrevo nada no blog... não vou dar a desculpa crassa do "tenho tido imenso trabalho e tal...", vou antes dizer a verdade: não me apeteceu. Só isso. Há coisas tão simples, na vida, não é? Não me apetece, não escrevo... mais vale isso do que escrever palha, como estou a fazer agora. Quer dizer, POR ACASO não vim aqui escrever palha. É que como hoje faço anos (muuuuuaaaahaaahaaahaahaahahahaahaaa!!!! Esta foi para todos os que se esqueceram de me dar os parabéns e que vão ler o blog nos próximos dias!!!=P) ocorreu-me algo... como dizer... uma daquelas ideias estúpidas (ou não) que só me ocorrem a mim (ou não). Devo dizer que me faz confusão fazer 19 anos (ou não. Ok, já chega). Não é que ache muito, o problem é que é uma idade com a qual não me identifico. Um dia houve um adulto (espera... EU também sou um adulto!!?!!) que me disse que há uma altura em que se estagna. Uma idade a partir da qual as seguintes já não fazem sentido. Ou pelo menos já não nos identificamos com elas. Eu estagnei aos 16 anos. Desde essa altura os meus aniversários passam-me um bocado ao lado. Antes eu estava ansiosa por fazer anos, era uma excitação ver a data de aniversario a aproximar-se. E não tarda, vou começar a fazer contas, como as pessoas crescidas (ora nasci em 87, portanto tenho… deixa cá ver… em que ano é que estamos? ninguém tem uma calculadora aí à mão?...). Aliás, penso que deveria haver uma cláusula no BI própria para esse efeito: idade de estagnação. A seguir ao local e data de nascimento.

quarta-feira, outubro 11, 2006

despertadores

Hoge de manhã ouvi 2 despertadores a descer a Rua dos Remédios.

sexta-feira, outubro 06, 2006

Direito de voto das mulheres

«En la Antigüedad no se sabia como nacían las abejas. Los sábios, como Aristóteles, inventaron teorias disparatadas. Se decía, por ejemplo, que las abejas venían del vientre de los bueyes muertos. Y así durante siglos. Y todo esto, sabe por qué? Porque no eran capaces de ver que el rey era una reina. Como sustentar la libertad sobre una teoría semejante?»

Manuel Rivas, El lápiz del carpintero

quarta-feira, outubro 04, 2006

Não-ditos

Há não-ditos que pesam. Por vezes magoam. São eles que formam uma barreira entre duas pessoas. Acumulam-se com o tempo num muro de gelo, que, como um pé de silvas, se vai desenvolvendo, espalhando, engrossando, cada vez mais eriçado de mal-entendidos, qui-proquos, desilusões, rumores e preconceitos. Perante este obstáculo, é difícil não haver afastamento, a única alternativa à indiferença sendo o sofrimento. Ou então a coragem. Pegar no sabre e romper aquelas silvas, ignorando os picos. Foi o que fizeste. Uma cascata de água quente sobre o muro de gelo. Bastaram meia dúzia de frases para deitar aquilo abaixo, para desfazer os mal-entendidos, os rumores e (quase) todos os outros picos que me escondiam a tua imagem.
Claro que continuam a haver zonas de sombra. Mas se tudo fosse tão claro e vida perdia metade da piada… num quadro tem que haver sombras, nem que seja para dar mais valor à luz...
Seja como for... merci.

terça-feira, outubro 03, 2006

Outono

Ontem à noite vi vendedores de castanhas à chuva.

sexta-feira, setembro 29, 2006

"el eslabón perdido entre el mono y el hombre"

«En cierta forma, (...) el humano no es fruto de la perfección, sino de una enfermedad. El mutante del que procedemos tuvo que ponerse en pie por algún problema patológico. Se encontraba en clara inferioridad frente a sus predecesores cuadrúpedos. No hablemos ya de la pérdida del rabo y del pelo. Desde el punto de vista biológico, era una calamidad. Yo creo que la risa la invento el chimpancé la primera vez que se encontró en aquel escenario con el Homo erectus. Imaginaos. Un tipo erguido, sin rabo y medio pelado. Patético. Para morir de risa.
(...)
En las clínicas atendemos casos de mareo y vértigo que se producen cuando el humano se pone en pie de repente, vestigios del desarreglo funcional que supuso adaptarse a la verticalidad. Lo que sí tiene el humano es nostalgía de lo horizontal. En cuanto al rabo, digamos que es una rareza, una deficiencia biológica, que el hombre no lo tenga, o lo tenga digamos que cortado. Esa ausencia de rabo no debe de ser un factor despreciable para explicar el origen del lenguaje oral.
(...)
A ras de la tierra, el mutante erecto le devolvió la risotada al chimpancé. Reconoció el escarnio. Se sabía defectuoso, anormal. Y por eso también tenía el instinto de la muerte. Era a la vez animal y planta. Tenía y no tenía raíces. De ese transtorno, de esa rareza, surgió el gran ovillo. Una segunda naturaleza. Otra realidad. Eso que el doctor Nóvoa Santos llamaba la realidad intelligente.
»

Manuel Rivas, El lápiz del carpintero


NB - mudei o tamanho da letra porque considero que o texto que se segue pode ter duas leituras: o que está em grande é o que tem mais piada, mas lendo até ao fim é que se percebe que existe um raciocínio mais elaborado.

quinta-feira, setembro 28, 2006

monólogo no autocarro

… as pessoas é que não sabem falar… até parece que têm medo. Havia de ser comigo… atão os polícias podem bater-lhes até à morte, e a gente, com um par de chapadas, vai a tribunal. Era isto, que eu dizia ao juiz. Eu já chamei burro ao juiz. Eles lá dentro podem-lhes bater, mas é lá dentro, e ninguém vê, mas eles batem-lhes quase até à morte; e nós, basta um par de chapadas e vamos logo presos. Se uma pessoa agora não pode bater nos filhos… passava a vida lá, farto-me de dar porrada aos meus… agora as pessoas até parece que têm medo dos filhos… é uma pouca vergonha. Já no outro dia o meu, de trinta anos, disse-me: mãe, vou [nãomelembronde], e eu disse-lhe: então vai, tás à espera que eu te leve ao colo, não? Eu levo-te se queres ver… ou queres que dê um… um carrinho… de rodas?! Anda estica as perninhas, que já tens trinta anos… e o outro de dezassete… têm que aprender. Isto é assim, as pessoas parece que têm medo… medo de falar… eu cá não me calo, até já chamei burro ao juiz…

segunda-feira, setembro 25, 2006

gostei...

Ève avant nous avait compris
Que l'homme sans le Paradis
Vaut mieux qu'un Paradis sans hommes
Dieu me pardonne!

je l'ai entendu dans une musique chantée par Pauline Julien (il faut que j'aille voir se c'est d'elle)

Elfos... e shopping

Hoje de manhã no autocarro vi uma elfo. Daquelas com penteado impecável, acabado de sair do cabeleireiro, cara perfeita e maquilhada, fato azul-escuro, justo, passado a ferro. Sentou-se no banco de frente para mim. Via-se a palidez apesar da maquilhagem, passou a viagem a olhar pela janela com olhos cansados cercados por olheiras. Mas talvez seja normal, estava fora do seu habitat natural… eu quando estou lá também nunca me sinto à vontade. Aquela música de fundo, tanta roupa por onde escolher, uma luz demasiado forte, pessoas que não têm nada a ver comigo… ninguém parece pertencer àquilo, menos elas, as funcionárias, as elfos. Elas sim, pertencem àquele universo, em que todos os seres usam roupa nova, imaculada, sabem tudo, onde estão as coisas, se há, se não há. Eu devo dizer que tenho uma certa dificuldade em me orientar naquele mundo… há demasiada roupa, não consigo perceber a lógica da disposição dos artigos, aquela luz, aquele ambiente não me deixam ver claramente as cores, não me consigo imaginar com aquilo vestido; quando por fim encontro algo com que me identifico é preciso primeiro encontrar o tamanho adequado (sim, porque parece que sou pequena e tal, mas depois quando vou às compras tenho de ser das primeiras pessoas a ver a nova colecção, visto que os tamanhos mais pequenos são os que desaparecem primeiro), o preço – que em geral explica como é possível aquela peça de roupa estar ainda no mostrador; e os provadores: eu sou daquelas criaturas que costumam circular com toneladas de artigos ao colo, com os olhos perdidos no vazio, sem saber para onde ir, na esperança de encontrar uma elfo informadora “mesmo aqui à frente, está escrito ali na placa”. Quando entro há outra que me diz “só se pode experimentar 6 peças de cada vez no máximo”, experimento a roupa, contemplo ao espelho, desesperada, a minha pele branca que fica sempre ou amarelada, ou esverdeada, ou azulada consoante a iluminação da loja, e, depois de experimentar… escolho, máximo dos máximos, 2… ou 3 peças para levar. Quando chego a casa constato que não me aguento em pé, que andei 6horas no centro comercial (talvez esteja a exagerar… mas o facto é que costumo perder completamente a noção do tempo), sem comer, sem me sentar, para comprar um par de meias e 2 T-shearts ranhosas. C’est la vie…

quinta-feira, setembro 21, 2006

Experiência... fatal?

Estive a experimentar códigos para mudar o look do blog... acho que fiz porcaria, mas mudo isto tudo outra vez, logo que tiver tempo.

Hey!!!!

Wait, wait, wait...! Pára tudo... nãããããããããããooooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Deixei passar o aniversário!

Meus senhores, minhas senhoras, caros leitores: o "Experiência(s)" fez, dia 6 do presente mês, 1 ano!!!! (aplausos)

Messieurs-Dames, mes très chers lecteurs: ce blog, "Experiência(s)" a pu fêter, le 6 de ce mois-ci, son 1er anniversaire!!!! (applaudissez-le bien fort)

Je suis allée voir mon premier post... tão kridooooo!!!!! Foi enternecedor ver a minha primeira tentativa de post... tão tosca... aiai... snif... é como ver o velho álbum de fotografias com os meus primeiros passos... como o tempo passa... enfim... é assim a vida...

http://istonaoenadafacil.blogspot.com/2005/09/primeiro-texto-tipo-introduo-ou-assim.html

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