Que ninguém se sinta obrigado a ler este blog... a sério, só o fiz para ver como é, para publicar aquilo que me vem à cabeça... o que nem sempre é interessante. Ne vous sentez pas obligés de lire ce blog... je l'ai fait uniquement comme expérience, pour publier ce que je considère intéressant. Et tout est relatif. Surtout l'intéressance. Bref, bienvenue à mon blog! Bem-vindos ao meu blog!
terça-feira, novembro 25, 2008
terça-feira, novembro 18, 2008
Lagos
terça-feira, setembro 09, 2008
Férias
Por estranho que possa parecer... hoje vou escrever. Ainda não sei bem sobre quê, mas apetece-me, o que já não me acontecia há muito tempo. Pode ter a ver com o facto de eu durante as fériar ter lido como se disso dependesse a minha sobrevivência. No fim do semestre passado fui estudar para as últimas (derradeiras e inúteis) melhorias do curso no Institut Franco-Portugais. Durante as pausas não pude resistir a ir passear na Nouvelle Librairie Française e a arruinar-me e comprar livros todos os dias. Não sei descrever a sensação de abrir um livro e começar a lê-lo pela primeira vez desde quase um ano.




Também pode ter a ver com a minha descontracção. Há muito tempo que não estava tão relaxada. Precisava mesmo de férias. Com praia de preferência. Uma semaninha em Setembro na costa alentejana veio mesmo a calhar:
Este é o centro do Almograve, de manhã. A igreja à esquerda e os sanitários públicos do lado direito.
Um dos aspectos de que mais gostei foi a presença, de dez em dez metros, de banquinhos. Sem outra utilidade do que a de alguém se sentar. A ideia de uma pessoa sair de casa só para se sentar à beira da estrada deserta, ou no centro do Almograve em frente aos sanitários públicos, simplesmente para estar sentado a pensar na vida, fascina-me. Em Lisboa não me passaria pela cabeça sentar-me num banco só para estar sentada num banco. E no entanto, naquele contexto, em que praticamente não passa ninguém, os veraneantes se vão embora com a chegada do mês de Setembro e no fundo não há mais nada para fazer a não ser ir para a praia e dormir sestas, já faz todo o sentido.
Não o fiz, mas a perspectiva de a todo o momento me poder sentar em largas horas de introspecção foi deveras reconfortante. As pessoas que gastam balúrdios em psicólogos e sessões de Yôga por causa do stress faziam melhor em fugir para a praia.
Esta está dividida e dois por rochedos, para me reservar a surpresa de ir ver o que há no outro lado...
Manhãs de nevoeiro na praia...
... céu azul e solarengo à tarde.
Aqui temos bancos para pensar na vida à sombra, também no centro do Almograve.
domingo, maio 11, 2008
domingo, abril 20, 2008
Bob Dylan omnipresente
Come you masters of war
You that build all the guns
You that build the death planes
You that build the big bombs
You that hide behind walls
You that hide behind desks
I just want you to know
I can see through your masks
-
You that never done nothin'
But build to destroy
You play with my world
Like it's your little toy
You put a gun in my hand
And you hide from my eyes
And you turn and run farther
When the fast bullets fly
-
Like Judas of old
You lie and deceive
A world war can be won
You want me to believe
But I see through your eyes
And I see through your brain
Like I see through the water
That runs down my drain
-
You fasten the triggers
For the others to fire
Then you set back and watch
When the death count gets higher
You hide in your mansion
As young people's blood
Flows out of their bodies
And is buried in the mud
-
You've thrown the worst fear
That can ever be hurled
Fear to bring children
Into the world
For threatening my baby
Unborn and unnamed
You ain't worth the blood
That runs in your veins
-
How much do I know
To talk out of turn
You might say that I'm young
You might say I'm unlearned
But there's one thing I know
Though I'm younger than you
Even Jesus would never
Forgive what you do
-
Let me ask you one question
Is your money that good
Will it buy you forgiveness
Do you think that it could
I think you will find
When your death takes its toll
All the money you made
Will never buy back your soul
-
And I hope that you die
And your death'll come soon
I will follow your casket
In the pale afternoon
And I'll watch while you're lowered
Down to your deathbed
And I'll stand o'er your grave
'Til I'm sure that you're dead
-
Bob Dylan, Masters of War
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Junkies e Kantor
Acrescentei o link do myspace dos Junkies Running Dry (dá para ouvir as músicas, para quem estiver interessado...)

foto tirada do blog do nnt. (Viva o plágio)
E outro do NNT -novo Núcleo de Teatro- o grupo da minha fac, estão agora a começar com espectáculos do último projecto, Chez Kantor.

foto tirada do blog do nnt. (Viva o plágio)
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
sábado, fevereiro 23, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
TENHO NET!!!
É verdade. Por estranho que pareça... tenho net. Já não sou a mesma pessoa, eu própria não me reconheço! Será este o prenúncio de um ressuscitar do "experiências? Eis a questão!
Não percam o próximo episódio porque nós também não!
Não percam o próximo episódio porque nós também não!
terça-feira, abril 24, 2007
Catedral
O silencio.
Apenas quebrado pelo eterno mugido do Mar.
Como o vento entre os vitrais.
Terno e familiar.
Como quem diz: bem-vindo à Minha casa.
A imensidão,
O recolhimento.
Almas sentadas, viradas para o horizonte,
Para o altar.
A sós,
Ou não.
As vozes resumem-se a murmúrios,
Rezas para o vento.
Alguém passa
Com o olhar perdido
Entre pensamentos e os pés descalços
Na areia
Nas conchas
No céu
Nas ondas
Nesta cúpula envolvente e protectora
De Luz branca
Do presente
E de outrora
Ok
Isto está-se a agravar
Estou a escrever poesia
Something’s wrong
Antes continuo na minha via,
E Frankfurt VIII - nocturno retratar:
Apenas quebrado pelo eterno mugido do Mar.
Como o vento entre os vitrais.
Terno e familiar.
Como quem diz: bem-vindo à Minha casa.
A imensidão,
O recolhimento.
Almas sentadas, viradas para o horizonte,
Para o altar.
A sós,
Ou não.
As vozes resumem-se a murmúrios,
Rezas para o vento.
Alguém passa
Com o olhar perdido
Entre pensamentos e os pés descalços
Na areia
Nas conchas
No céu
Nas ondas
Nesta cúpula envolvente e protectora
De Luz branca
Do presente
E de outrora
Ok
Isto está-se a agravar
Estou a escrever poesia
Something’s wrong
Antes continuo na minha via,
E Frankfurt VIII - nocturno retratar:
Vista do cimo da MainTower... os arranha-céus parecem colmeias, vistos daqui...
terça-feira, março 20, 2007
Frankfurt VII - Senckenberg
segunda-feira, março 19, 2007
quarta-feira, março 14, 2007
mais um link
Estou a fazer uma pesquisa para a cadeira de Biologia Vegetal e lembrei-me de um site porreiro de biologia... já agora ponho aqui o link, fica mais à mão das próximas vezes que precisar:
http://www.biology-online.org
http://www.biology-online.org
Frankfurt VI - bicicletas
Esta é a Rua Augusta lá do sítio, die Zeil (nunca sei se é die, der, ou das =P). Vi nos guias que é a maior rua comercial da Alemanha (mais larga, mais comprida, etc...). Tirei esta foto ao fim do dia, estava imensa gente a passear e a comer, e havia uma quantidade incrível de bicicletas estacionadas. Deviam ser do pessoal que trabalha lá nas lojas e nos escritórios.

terça-feira, março 13, 2007
Frankfurt V - à beira do rio Main
Estas fotos também foram tiradas no segundo dia de sol, em que fui passear para a beira-rio. Atravessei uma das duas pontes para peões e fui para a "margem Sul" ver o fim do dia. Andei là um bocado ao longo do rio, a olhar para os arranha-céus. O que aparece mais vezes é o arranha-céus mais alto de todos (acho que se chama Kommerz Turm... tipo "torre do comércio"... não me lembro bem nem sei se é assim que se escreve =P)
Nesta apanhei o barco... também a tirei pelo contraste entre as casas de habitação à frente dos arranha-céus do centro financeiro da cidade. Os reflexos do sol nos vidros constituiu um obstáculo às fotografias, sobre-tudo às do pôr do Sol.

Esta, se bem me lembro, foi tirada de cima da ponte. O barco é o mesmo da foto precedente e vê-se um bairro residencial (bem feioso) à frente do "Dom" (a catedral imperial, sobre a qual já escrevi no post Frankfurt III - centro histórico)

Estes senhores, na extremidade Sul da ponte, animavam o ambiente (embora estivessem ao lado de umas obras). Em Frankfurt, como em muitas outras cidades europeias (que não Lisboa) há imensos músicos de rua. Là dominavam, de longe, clarinetes e acordeões (ou acordeãos...?). Também havia uma rapariga, na estação de metro da Hauptwache que tocava violino. Sempre no mesmo spot. Parecia ser estudante.

Aqui eu já estava no passeio da margem Sul, a passear ao longo do Main. Havia uma quantidade incrível de pessoal a fazer jogging, andar de bicicleta, etc... às tantas, num dos bancos virados para o rio, perto de uma das pontes, estavam uns tipos da minha idade a fumar chicha, com o cachimbo poisado no chão. Quase estive para ir ter com eles.
Nesta apanhei o barco... também a tirei pelo contraste entre as casas de habitação à frente dos arranha-céus do centro financeiro da cidade. Os reflexos do sol nos vidros constituiu um obstáculo às fotografias, sobre-tudo às do pôr do Sol.
Esta, se bem me lembro, foi tirada de cima da ponte. O barco é o mesmo da foto precedente e vê-se um bairro residencial (bem feioso) à frente do "Dom" (a catedral imperial, sobre a qual já escrevi no post Frankfurt III - centro histórico)
Estes senhores, na extremidade Sul da ponte, animavam o ambiente (embora estivessem ao lado de umas obras). Em Frankfurt, como em muitas outras cidades europeias (que não Lisboa) há imensos músicos de rua. Là dominavam, de longe, clarinetes e acordeões (ou acordeãos...?). Também havia uma rapariga, na estação de metro da Hauptwache que tocava violino. Sempre no mesmo spot. Parecia ser estudante.
Aqui eu já estava no passeio da margem Sul, a passear ao longo do Main. Havia uma quantidade incrível de pessoal a fazer jogging, andar de bicicleta, etc... às tantas, num dos bancos virados para o rio, perto de uma das pontes, estavam uns tipos da minha idade a fumar chicha, com o cachimbo poisado no chão. Quase estive para ir ter com eles.
Esta foto representa bem a imagem com que fiquei de Frankfurt: os arranha-céus imponentes, contrastando com as casinhas residenciais, o senhor de bicicleta (havia muitas bicicletas) e o aeroporto internacional (vê-se o avião). Note-se o movimento geral da esquerda para a direita. Claro que só reparei nisto tudo a posteriori. Mas pronto.
segunda-feira, março 12, 2007
novo link
Descobri (passados 6 anos... mais vale tarde do que nunca) que o meu cartão de aluna da Academia de Amadores de Música me dá bilhetes grátis nos concertos da Gulbenkian (não sei se é o caso para TODOS mas acho que é pelo menos para aqueles em que toca a orquestra). Decidi portanto manter-me atenta, não só para os concertos (tenho de cultivar mais o meu ouvido musical) como para as conferências (nomeadamente as de ciências): acrescentei um link para a agenda da Fundação Calouste Gulbenkian no fim da página. Para ter um blog mais culto.(tirei o logo da página: http://www.gulbenkian.org/agenda_actividades.asp)
Frankfurt IV - pássaros
A Imagem
O Sol batia forte, todas as mesas da esplanada tinham o guarda-sol aberto. Era um Verão de céu muito azul. Ele era bem parecido, mas como estava de óculos escuros eu não lhe podia ver os olhos. Bebia uma imperial e olhava para a que eu imagino ser a namorada. Ela também era bonita, não tinha óculos mas luz não a parecia incomodar. Olhava para ele mas não o parecia ver. O queijo da sandes que tinha na frente amolecia lentamente mas ela também não se parecia incomodar com isso. Eu estava duas mesas mais longe e não ouvia tudo o que diziam. Praticamente só ouvia a voz dela.
- Sabes, compreendo-te. Mas eu demorei mais de um ano a esquecê-lo.
- ... [resposta do homem, que não ouvi]
- Foi tudo muito rápido, tinha ido passar férias com amigos que o conheciam e que não deixavam de falar nele. Tinha-se tornado popular, de repente, por ter ganho um prémio com o projecto de arquitectura. E eu que quase o tinha esquecido. A imagem dele voltou em força. Com aquela estúpida obsessão embrulhada em esperança. Foi o suficiente para me estragar os últimos dias de praia. Lembro-me do preciso momento em que tudo acabou. Quando cheguei a casa, ele ligou-me. Falei com ele, não me lembro de quê. Só sei que no momento seguinte percebi. É estúpido, este fenómeno é tão banal... Percebi que a imagem que tinha povoado os meus sonhos, que me tinha estragado as férias e muito mais antes disso, que ocupava os meus pensamentos de cada vez que eu ouvia as letras de certas músicas foleiras, que surgia sempre que comentavam o projecto de arquitectura... que tinha sido a causa daquelas lágrimas adolescentes e desiludidas... não era a dele.
- blablabla [outra resposta do homem, que não ouvi]
- Não, não eras tu, só apareceste na minha vida 6 ou 7 meses depois, não é disso que estou a falar. Era a imagem de alguém que não existia. Que nunca tinha existido. Uma imagem criada por mim, baseada nos sentimentos que eu pensava ainda ter por ele.
- ... blabla... ?!
- A sério... nesse momento senti-me libertada. Dei-me conta que estava apaixonada por uma imagem virtual. Daí aquela espécie de frustração nas poucas vezes que o via. Porque a realidade já não correspondia ao que eu tinha idealizado. ... De quê é que te estás a rir?
- pffffbla...
- Sim eu sei, é ridículo, concordo contigo... Mas já podes parar de rir...
- blabla... blablablabla... blablablaaaaahaahahahahahahahhahaha!!!!!!!! Pfaaaahahahahahahahaha!!!!! Mulheres [foi a única palavra dele que percebi]...! Hihihihi.... blahaha. Hehe. He.
Ele estava sozinho à mesa. Tentava livrar-se dos pedaços amarelos do queijo derretido que se tinham agarrado à barba de três dias. Na testa tinha a marca da baguette, entretanto poisada em cima da mesa. As duas metades do pão ainda estavam ligadas à T-shirt dele por longos fios de queijo gorduroso. O amor tem destas coisas.
- Sabes, compreendo-te. Mas eu demorei mais de um ano a esquecê-lo.
- ... [resposta do homem, que não ouvi]
- Foi tudo muito rápido, tinha ido passar férias com amigos que o conheciam e que não deixavam de falar nele. Tinha-se tornado popular, de repente, por ter ganho um prémio com o projecto de arquitectura. E eu que quase o tinha esquecido. A imagem dele voltou em força. Com aquela estúpida obsessão embrulhada em esperança. Foi o suficiente para me estragar os últimos dias de praia. Lembro-me do preciso momento em que tudo acabou. Quando cheguei a casa, ele ligou-me. Falei com ele, não me lembro de quê. Só sei que no momento seguinte percebi. É estúpido, este fenómeno é tão banal... Percebi que a imagem que tinha povoado os meus sonhos, que me tinha estragado as férias e muito mais antes disso, que ocupava os meus pensamentos de cada vez que eu ouvia as letras de certas músicas foleiras, que surgia sempre que comentavam o projecto de arquitectura... que tinha sido a causa daquelas lágrimas adolescentes e desiludidas... não era a dele.
- blablabla [outra resposta do homem, que não ouvi]
- Não, não eras tu, só apareceste na minha vida 6 ou 7 meses depois, não é disso que estou a falar. Era a imagem de alguém que não existia. Que nunca tinha existido. Uma imagem criada por mim, baseada nos sentimentos que eu pensava ainda ter por ele.
- ... blabla... ?!
- A sério... nesse momento senti-me libertada. Dei-me conta que estava apaixonada por uma imagem virtual. Daí aquela espécie de frustração nas poucas vezes que o via. Porque a realidade já não correspondia ao que eu tinha idealizado. ... De quê é que te estás a rir?
- pffffbla...
- Sim eu sei, é ridículo, concordo contigo... Mas já podes parar de rir...
- blabla... blablablabla... blablablaaaaahaahahahahahahahhahaha!!!!!!!! Pfaaaahahahahahahahaha!!!!! Mulheres [foi a única palavra dele que percebi]...! Hihihihi.... blahaha. Hehe. He.
Ele estava sozinho à mesa. Tentava livrar-se dos pedaços amarelos do queijo derretido que se tinham agarrado à barba de três dias. Na testa tinha a marca da baguette, entretanto poisada em cima da mesa. As duas metades do pão ainda estavam ligadas à T-shirt dele por longos fios de queijo gorduroso. O amor tem destas coisas.
quinta-feira, março 08, 2007
Frankfurt III - centro histórico
O centro histórico é principalmente constituído pela praça de mercado "Römer": quer dizer "romano" porque era onde ficavam os mercadores italianos nos séculos XIII-XIV (não tenho a certeza dos séculos). Foi destruído na segunda guerra mundial e reconstruído recentemente. A torre que se vê ao fundo foi o que ficou de pé (depois da 2a guerra) do chamado "Dom" ou Catedral imperial que entretanto também foi reconstruída.

Bioéthique
... Angoisse de gène au bord du clone...
... Solitude du doute bioéthique...
(dos de Le Destin de Monique de Claire Bretécher)
... Solitude du doute bioéthique...
(dos de Le Destin de Monique de Claire Bretécher)
quarta-feira, março 07, 2007
Frankfurt II
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Novo look... gostam?
É o Público, é a Visão, até o esquisito da esquina!! Já que estão os media todos a mudar (o mundo tornou-se público... cá para mim o mundo são experiências mais nada) eu decidi (reparem no meu libre arbitre) seguir o rebanho. A razão principal foi o facto de as fotografias que publico ficarem sempre mínimas e atrofiadas, agora com este template acho que é suposto ficarem maiores. A ver vamos. Só não gosto é do formato do texto, ficam linhas demasiado compridas. Mas esse detalhe tentarei mudá-lo noutra altura.
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
novo link
ironia do destino: andava eu por aí a surfar, quando encontrei este blog; não sei de quem é mas gostava de perceber como é que ele arranja uma destas por dia...
figuras
2ª aula do semestre:
quando a Ana (de saia) deixa cair a caneta para o chão o professor precipita-se: "ai desculpe!"
ao baixar-se para a apanhar, simula uma queda e fica les 4 fers en l'air (literamente! tipo... caído de costas)
levanta-se, compõe o fato, volta a pôr a gravata nos eixos e "eheh... esta é que não estava nos meus planos..."
º_o
no comments
quando a Ana (de saia) deixa cair a caneta para o chão o professor precipita-se: "ai desculpe!"
ao baixar-se para a apanhar, simula uma queda e fica les 4 fers en l'air (literamente! tipo... caído de costas)
levanta-se, compõe o fato, volta a pôr a gravata nos eixos e "eheh... esta é que não estava nos meus planos..."
º_o
no comments
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Frankfurt
Westend, Hausenerweg, Alte Oper, Hauptwache… sao os nomes, agora tao familiares, da linha U6 do metro de Frankfurt. Cá ando, desde dia 14, de um lado para o outro, a passear sob o olhar, a presenca dos vários arranha-céus cujos nomes ainda nao conheco. Entretanto escrevo sem cescedilhas nem acentos circunflexos nem tiles (escreve-se assim?) visto que este teclado nao os tem. Tenho de ir, nao sei se vou ter tempo de voltar aqui, se der (d)escrevo aquilo que já vi da “capital economica europeia”.
terça-feira, fevereiro 06, 2007
citation
Magiques (...) l'amour, et la haine, qui impriment dans nos cerveaux l'image d'un être par lequel nous consentons à nous laisser hanter.
Marguerite Yourcenar, L'Œuvre au Noir
Marguerite Yourcenar, L'Œuvre au Noir
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Is this love...?
Gosto desta visão do amor... tão simples e genuína (será mesmo?=P)
I wanna love you and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together with a roof right over our heads;
We'll share the shelter of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
I wanna know - wanna know - wanna know now!
I got to know - got to know - got to know now!
I-I-I-I-I-I-I-I-I - I'm willing and able,
So I throw my cards on your table!
I wanna love you - I wanna love and treat - love and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together, yeah! - with a roof right over our heads;
We'll share the shelter, yeah, oh now! - of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.
I wanna love you and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together with a roof right over our heads;
We'll share the shelter of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
I wanna know - wanna know - wanna know now!
I got to know - got to know - got to know now!
I-I-I-I-I-I-I-I-I - I'm willing and able,
So I throw my cards on your table!
I wanna love you - I wanna love and treat - love and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together, yeah! - with a roof right over our heads;
We'll share the shelter, yeah, oh now! - of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.
Is This love, Bob Marley (excerto)
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Quanto mais o tempo passa (uma pessoa vai envelhecendo, e tal...) mais gosto de Bob Marley... todavía sigo esperando outro reggae que me convença
Letra da música copiada do site:
Imagem copiada do site:
quinta-feira, janeiro 18, 2007
fritanço pós-teste
Agora no teste de Biologia Animal só por pouco não confundi o filo Ctenophora com o Ectoprocta (equivalente ao Bryozoa, dos Lofoforados). É grave… terrível, imperdoável. Mas recuso-me a voltar a preocupar-me com o assunto!!!! ACABEI! Tá feito, ciao Kinorhynchas, Gnathostomatas, e Platyhelmintes!! Gostei de vos conhecer mas vou-vos esquecer nos próximos 2 dias (espero eu) =)
Estudar para esta cadeira foi extremamente enriquecedor do ponto de vista intelectual. Sabiam que as minhocas, aquelas coisinhas cor-de-rosa que costumamos ver na terra do jardim, e que eu gostava de ver contorcer-se enquanto se estorricavam ao sol, nas lajes à beira da piscina, nas tardes de Verão, são na realidade Protostómios, aliás Lofotrocozoa, do ramo Espiralia (a sua segmentação e o celoma completo permitem maior diversidade e precisão nos movimentos), filo Annelida e classe Oligochaeta (por serem carecas… “oligochaeta” significa mais-coisa-menos-coisa “sem pêlos”)? E que a mosca (aquela chata cuja presença dispensamos a qualquer momento) também é Protostómio só que Ecdysozoa (a cutícula rígida externa promove protecção e suporte mas implica crescimento por mudas, e formas de locomoção, nutrição e respiração alternativas [yeah!] visto que não se deforma nem permite trocas gasosas com o exterior), é um artrópode do filo Hexapoda, filo cujos animais foram os primeiros a voar!! E os Artrópodes são os campeões do Reino Animal, atenção, os que têm maior variedade (1,5 MILHÕES DE ESPÉCIES!!!!! [aplausos]) e abundância (1000000000000000000 INDIVÍDUOS!!! [aplausos] Aqui não dá para pôr potências de 10... aquilo são 18 zeros)! É verdade… aquela estúpida não é um bicho qualquer… e nós no meio disto? O que é que somos? Para já, contrariamente à mosca e à minhoca somos Deuterostómios (ainda não percebi o que significa do ponto de vista evolutivo mas deve ser – esperemos – muito melhor do que Protostómio), do filo Chordata, sub-filo Vertebrata também conhecido por Craniata (ora muito prazer…) e não sei mais. Sim, porque eu, na minha imensa rebeldia pouco estudei sobre este filo… não, por acaso agora lembrei-me: somos da superclasse (tchanãããããhh!!! Supersupersupermega classeeee!! É o que eu digo pá, somos os maiores) Gnatostomata e da classe Mammalia (somos mamíferos, isto eu já sabia antes de estudar).
Enfim. Esta cadeira tem palavrões tão fixes (parecem nomes de Pokémon, disse o Chico) que não resisti a escrever este post antes de me esquecer de tudo…
Estudar para esta cadeira foi extremamente enriquecedor do ponto de vista intelectual. Sabiam que as minhocas, aquelas coisinhas cor-de-rosa que costumamos ver na terra do jardim, e que eu gostava de ver contorcer-se enquanto se estorricavam ao sol, nas lajes à beira da piscina, nas tardes de Verão, são na realidade Protostómios, aliás Lofotrocozoa, do ramo Espiralia (a sua segmentação e o celoma completo permitem maior diversidade e precisão nos movimentos), filo Annelida e classe Oligochaeta (por serem carecas… “oligochaeta” significa mais-coisa-menos-coisa “sem pêlos”)? E que a mosca (aquela chata cuja presença dispensamos a qualquer momento) também é Protostómio só que Ecdysozoa (a cutícula rígida externa promove protecção e suporte mas implica crescimento por mudas, e formas de locomoção, nutrição e respiração alternativas [yeah!] visto que não se deforma nem permite trocas gasosas com o exterior), é um artrópode do filo Hexapoda, filo cujos animais foram os primeiros a voar!! E os Artrópodes são os campeões do Reino Animal, atenção, os que têm maior variedade (1,5 MILHÕES DE ESPÉCIES!!!!! [aplausos]) e abundância (1000000000000000000 INDIVÍDUOS!!! [aplausos] Aqui não dá para pôr potências de 10... aquilo são 18 zeros)! É verdade… aquela estúpida não é um bicho qualquer… e nós no meio disto? O que é que somos? Para já, contrariamente à mosca e à minhoca somos Deuterostómios (ainda não percebi o que significa do ponto de vista evolutivo mas deve ser – esperemos – muito melhor do que Protostómio), do filo Chordata, sub-filo Vertebrata também conhecido por Craniata (ora muito prazer…) e não sei mais. Sim, porque eu, na minha imensa rebeldia pouco estudei sobre este filo… não, por acaso agora lembrei-me: somos da superclasse (tchanãããããhh!!! Supersupersupermega classeeee!! É o que eu digo pá, somos os maiores) Gnatostomata e da classe Mammalia (somos mamíferos, isto eu já sabia antes de estudar).
Enfim. Esta cadeira tem palavrões tão fixes (parecem nomes de Pokémon, disse o Chico) que não resisti a escrever este post antes de me esquecer de tudo…
Pele
Hoje de manhã acordei com esta... lamento mas desta vez ouvi a letra e apeteceu-me ler melhor (era pior se eu publicasse a do André Sardet, não?):
Fazes de conta que está tudo bem
Não precisas de te esconder
Quadro teu traço a pincel
Polo Norte, Pele
Fechaste as portas do teu mundo
Na esperança de ele se encontrar
Vais contando o tempo quase ao segundo
Parece não querer passar
Fazes de conta que está tudo bem
E andas às voltas quando estás a sós
Gritos mudos que só tu entendes
No profundo silêncio que é a tua voz
Não precisas de te esconder
Ninguém vai encontrar
O que está escrito na tua pele
Só tu para o decifrar
Quadro teu traço a pincel
A história da tua vida
Escrita, sentida, tatuada na pele
Quem lá escreveu
Com a tua permissão
Nem sequer, nem sequer percebeu
E perdeu a folha pele
Por entre as mãos
[bis]
Polo Norte, Pele
Letra tirada de: http://alegrao.wordpress.com/2006/11/23/pele/
terça-feira, janeiro 16, 2007
Paris, julho 2005
Econtrei estas fotos no meu PC... (decidi publicá-las antes que fiquem fossilizadas)
J'ai trouvé ces photos dans mes fichiers et j'ai décidé de les publier avant qu'elles ne deviennent des fossiles informatiques:
Perto do Centre Pompidou, onde fomos comer uns crepes (se bem me lembro)
J'ai trouvé ces photos dans mes fichiers et j'ai décidé de les publier avant qu'elles ne deviennent des fossiles informatiques:
maman, les DS, et moi
Perto do Centre Pompidou, onde fomos comer uns crepes (se bem me lembro)Près du Centre Pompidou, où nous sommes allés manger quelques crèpes
terça-feira, janeiro 02, 2007
Novo link
Adicionei o link do blog do Thommy. Gosto principalmente do título: Trains of thoughts.
Tem um estilo bastante arrojado. Para quem gosta de textos... abstractos.
Tem um estilo bastante arrojado. Para quem gosta de textos... abstractos.
2007

Pronto, pronto, já passou... Talvez seja necessário especificar que o post precedente foi escrito num mau dia, tinha que descarregar. Entretanto recobrei o espírito natalício, tive um bom Natal, espero que também tenha sido o caso dos estimados leitores, e desejo-vos, (para isto ainda vou a tempo),
Um Bom Ano
Bonne année
Urte Berri On
Bom ano!!
2007!!!!!!!!!
Estou com um bom feeling. Este será um óptimo ano.
Imagem tirada de http://olhares.com/galaxy/foto847803.html
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Natal

Filas. Mais filas. Semáforos no verde à frente dos quais não se avança.
É de noite, quero ir para casa, podre de cansaço depois de um dia de trabalho, e fico dentro de um carro sobreaquecido (no inverno é sempre a mesma coisa), parado... quer dizer IMÓVEL (aaaahhhhhrrrgg!!!), como o ponteiro das horas no meu relógio de pulso que por acaso responde ao meu relógio biológico: “são horas de jantar!!”; na Avenida da Liberdade. E tudo isto porquê? ... Je vous demande un peu...? Porque... [rewind]...
É de noite, quero ir para casa, podre de cansaço depois de um dia de trabalho, e... É NATAL!!!!! (sinos) O povo sai à rua para ver as iluminações!!!! Pois com certeza! Está na hora da peregrinação, antes do jantar, até à árvore de Natal mais alta (e mais foleira) da Europa!!!! Por isso, bora todos, de carro, para os engarrafamentos, ver as iluminações da Avenida da Liberdade (1ªentrada), dos Restauradores (2ª entrada), do Rossio (1º prato), da Baixa (2º prato) e, por fim, o melhor de tudo, a sobremesa, o... TERREIRO DO PASSOOO!!!! COM A ÁRVORE!! É neste preciso momento que todo bom português abranda (ou simplesmente pára), abre a janela, abre muito os olhos (uaaaauuu!!!), estica o pescoço para ver a estrela, saca do telemóvel, e tira um foto para recordar, até ao fim da sua existência, este monumento ao espírito natalício enquanto mega-estratégia de marketing. É triste.
imagem tirada do site
http://www.telecom.pt/InternetResource/PTSite/
PT/Canais/SobreaPT/noticiasPT/arvorenatalsapo.htm
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