Que ninguém se sinta obrigado a ler este blog... a sério, só o fiz para ver como é, para publicar aquilo que me vem à cabeça... o que nem sempre é interessante. Ne vous sentez pas obligés de lire ce blog... je l'ai fait uniquement comme expérience, pour publier ce que je considère intéressant. Et tout est relatif. Surtout l'intéressance. Bref, bienvenue à mon blog! Bem-vindos ao meu blog!
domingo, maio 11, 2008
domingo, abril 20, 2008
Bob Dylan omnipresente
quarta-feira, fevereiro 27, 2008
Junkies e Kantor

foto tirada do blog do nnt. (Viva o plágio)
segunda-feira, fevereiro 25, 2008
sábado, fevereiro 23, 2008
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
TENHO NET!!!
Não percam o próximo episódio porque nós também não!
terça-feira, abril 24, 2007
Catedral
Apenas quebrado pelo eterno mugido do Mar.
Como o vento entre os vitrais.
Terno e familiar.
Como quem diz: bem-vindo à Minha casa.
A imensidão,
O recolhimento.
Almas sentadas, viradas para o horizonte,
Para o altar.
A sós,
Ou não.
As vozes resumem-se a murmúrios,
Rezas para o vento.
Alguém passa
Com o olhar perdido
Entre pensamentos e os pés descalços
Na areia
Nas conchas
No céu
Nas ondas
Nesta cúpula envolvente e protectora
De Luz branca
Do presente
E de outrora
Ok
Isto está-se a agravar
Estou a escrever poesia
Something’s wrong
Antes continuo na minha via,
E Frankfurt VIII - nocturno retratar:
Vista do cimo da MainTower... os arranha-céus parecem colmeias, vistos daqui...
terça-feira, março 20, 2007
Frankfurt VII - Senckenberg
segunda-feira, março 19, 2007
quarta-feira, março 14, 2007
mais um link
http://www.biology-online.org
Frankfurt VI - bicicletas
terça-feira, março 13, 2007
Frankfurt V - à beira do rio Main
Nesta apanhei o barco... também a tirei pelo contraste entre as casas de habitação à frente dos arranha-céus do centro financeiro da cidade. Os reflexos do sol nos vidros constituiu um obstáculo às fotografias, sobre-tudo às do pôr do Sol.
Esta, se bem me lembro, foi tirada de cima da ponte. O barco é o mesmo da foto precedente e vê-se um bairro residencial (bem feioso) à frente do "Dom" (a catedral imperial, sobre a qual já escrevi no post Frankfurt III - centro histórico)
Estes senhores, na extremidade Sul da ponte, animavam o ambiente (embora estivessem ao lado de umas obras). Em Frankfurt, como em muitas outras cidades europeias (que não Lisboa) há imensos músicos de rua. Là dominavam, de longe, clarinetes e acordeões (ou acordeãos...?). Também havia uma rapariga, na estação de metro da Hauptwache que tocava violino. Sempre no mesmo spot. Parecia ser estudante.
Aqui eu já estava no passeio da margem Sul, a passear ao longo do Main. Havia uma quantidade incrível de pessoal a fazer jogging, andar de bicicleta, etc... às tantas, num dos bancos virados para o rio, perto de uma das pontes, estavam uns tipos da minha idade a fumar chicha, com o cachimbo poisado no chão. Quase estive para ir ter com eles.
segunda-feira, março 12, 2007
novo link
Descobri (passados 6 anos... mais vale tarde do que nunca) que o meu cartão de aluna da Academia de Amadores de Música me dá bilhetes grátis nos concertos da Gulbenkian (não sei se é o caso para TODOS mas acho que é pelo menos para aqueles em que toca a orquestra). Decidi portanto manter-me atenta, não só para os concertos (tenho de cultivar mais o meu ouvido musical) como para as conferências (nomeadamente as de ciências): acrescentei um link para a agenda da Fundação Calouste Gulbenkian no fim da página. Para ter um blog mais culto.(tirei o logo da página: http://www.gulbenkian.org/agenda_actividades.asp)
Frankfurt IV - pássaros
A Imagem
- Sabes, compreendo-te. Mas eu demorei mais de um ano a esquecê-lo.
- ... [resposta do homem, que não ouvi]
- Foi tudo muito rápido, tinha ido passar férias com amigos que o conheciam e que não deixavam de falar nele. Tinha-se tornado popular, de repente, por ter ganho um prémio com o projecto de arquitectura. E eu que quase o tinha esquecido. A imagem dele voltou em força. Com aquela estúpida obsessão embrulhada em esperança. Foi o suficiente para me estragar os últimos dias de praia. Lembro-me do preciso momento em que tudo acabou. Quando cheguei a casa, ele ligou-me. Falei com ele, não me lembro de quê. Só sei que no momento seguinte percebi. É estúpido, este fenómeno é tão banal... Percebi que a imagem que tinha povoado os meus sonhos, que me tinha estragado as férias e muito mais antes disso, que ocupava os meus pensamentos de cada vez que eu ouvia as letras de certas músicas foleiras, que surgia sempre que comentavam o projecto de arquitectura... que tinha sido a causa daquelas lágrimas adolescentes e desiludidas... não era a dele.
- blablabla [outra resposta do homem, que não ouvi]
- Não, não eras tu, só apareceste na minha vida 6 ou 7 meses depois, não é disso que estou a falar. Era a imagem de alguém que não existia. Que nunca tinha existido. Uma imagem criada por mim, baseada nos sentimentos que eu pensava ainda ter por ele.
- ... blabla... ?!
- A sério... nesse momento senti-me libertada. Dei-me conta que estava apaixonada por uma imagem virtual. Daí aquela espécie de frustração nas poucas vezes que o via. Porque a realidade já não correspondia ao que eu tinha idealizado. ... De quê é que te estás a rir?
- pffffbla...
- Sim eu sei, é ridículo, concordo contigo... Mas já podes parar de rir...
- blabla... blablablabla... blablablaaaaahaahahahahahahahhahaha!!!!!!!! Pfaaaahahahahahahahaha!!!!! Mulheres [foi a única palavra dele que percebi]...! Hihihihi.... blahaha. Hehe. He.
Ele estava sozinho à mesa. Tentava livrar-se dos pedaços amarelos do queijo derretido que se tinham agarrado à barba de três dias. Na testa tinha a marca da baguette, entretanto poisada em cima da mesa. As duas metades do pão ainda estavam ligadas à T-shirt dele por longos fios de queijo gorduroso. O amor tem destas coisas.
quinta-feira, março 08, 2007
Frankfurt III - centro histórico
Bioéthique
... Solitude du doute bioéthique...
(dos de Le Destin de Monique de Claire Bretécher)
quarta-feira, março 07, 2007
Frankfurt II
quarta-feira, fevereiro 28, 2007
Novo look... gostam?
segunda-feira, fevereiro 26, 2007
novo link
figuras
quando a Ana (de saia) deixa cair a caneta para o chão o professor precipita-se: "ai desculpe!"
ao baixar-se para a apanhar, simula uma queda e fica les 4 fers en l'air (literamente! tipo... caído de costas)
levanta-se, compõe o fato, volta a pôr a gravata nos eixos e "eheh... esta é que não estava nos meus planos..."
º_o
no comments
sexta-feira, fevereiro 16, 2007
Frankfurt
terça-feira, fevereiro 06, 2007
citation
Marguerite Yourcenar, L'Œuvre au Noir
segunda-feira, janeiro 22, 2007
Is this love...?
I wanna love you and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together with a roof right over our heads;
We'll share the shelter of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
Is this love - is this love - is this love -Is this love that I'm feelin'?
I wanna know - wanna know - wanna know now!
I got to know - got to know - got to know now!
I-I-I-I-I-I-I-I-I - I'm willing and able,
So I throw my cards on your table!
I wanna love you - I wanna love and treat - love and treat you right;
I wanna love you every day and every night:
We'll be together, yeah! - with a roof right over our heads;
We'll share the shelter, yeah, oh now! - of my single bed;
We'll share the same room, yeah! - for Jah provide the bread.
quinta-feira, janeiro 18, 2007
fritanço pós-teste
Estudar para esta cadeira foi extremamente enriquecedor do ponto de vista intelectual. Sabiam que as minhocas, aquelas coisinhas cor-de-rosa que costumamos ver na terra do jardim, e que eu gostava de ver contorcer-se enquanto se estorricavam ao sol, nas lajes à beira da piscina, nas tardes de Verão, são na realidade Protostómios, aliás Lofotrocozoa, do ramo Espiralia (a sua segmentação e o celoma completo permitem maior diversidade e precisão nos movimentos), filo Annelida e classe Oligochaeta (por serem carecas… “oligochaeta” significa mais-coisa-menos-coisa “sem pêlos”)? E que a mosca (aquela chata cuja presença dispensamos a qualquer momento) também é Protostómio só que Ecdysozoa (a cutícula rígida externa promove protecção e suporte mas implica crescimento por mudas, e formas de locomoção, nutrição e respiração alternativas [yeah!] visto que não se deforma nem permite trocas gasosas com o exterior), é um artrópode do filo Hexapoda, filo cujos animais foram os primeiros a voar!! E os Artrópodes são os campeões do Reino Animal, atenção, os que têm maior variedade (1,5 MILHÕES DE ESPÉCIES!!!!! [aplausos]) e abundância (1000000000000000000 INDIVÍDUOS!!! [aplausos] Aqui não dá para pôr potências de 10... aquilo são 18 zeros)! É verdade… aquela estúpida não é um bicho qualquer… e nós no meio disto? O que é que somos? Para já, contrariamente à mosca e à minhoca somos Deuterostómios (ainda não percebi o que significa do ponto de vista evolutivo mas deve ser – esperemos – muito melhor do que Protostómio), do filo Chordata, sub-filo Vertebrata também conhecido por Craniata (ora muito prazer…) e não sei mais. Sim, porque eu, na minha imensa rebeldia pouco estudei sobre este filo… não, por acaso agora lembrei-me: somos da superclasse (tchanãããããhh!!! Supersupersupermega classeeee!! É o que eu digo pá, somos os maiores) Gnatostomata e da classe Mammalia (somos mamíferos, isto eu já sabia antes de estudar).
Enfim. Esta cadeira tem palavrões tão fixes (parecem nomes de Pokémon, disse o Chico) que não resisti a escrever este post antes de me esquecer de tudo…
Pele
Fazes de conta que está tudo bem
Não precisas de te esconder
Quadro teu traço a pincel
Polo Norte, Pele
terça-feira, janeiro 16, 2007
Paris, julho 2005
J'ai trouvé ces photos dans mes fichiers et j'ai décidé de les publier avant qu'elles ne deviennent des fossiles informatiques:
maman, les DS, et moi
Perto do Centre Pompidou, onde fomos comer uns crepes (se bem me lembro)Près du Centre Pompidou, où nous sommes allés manger quelques crèpes
terça-feira, janeiro 02, 2007
Novo link
Tem um estilo bastante arrojado. Para quem gosta de textos... abstractos.
2007

Pronto, pronto, já passou... Talvez seja necessário especificar que o post precedente foi escrito num mau dia, tinha que descarregar. Entretanto recobrei o espírito natalício, tive um bom Natal, espero que também tenha sido o caso dos estimados leitores, e desejo-vos, (para isto ainda vou a tempo),
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Natal

Filas. Mais filas. Semáforos no verde à frente dos quais não se avança.
É de noite, quero ir para casa, podre de cansaço depois de um dia de trabalho, e fico dentro de um carro sobreaquecido (no inverno é sempre a mesma coisa), parado... quer dizer IMÓVEL (aaaahhhhhrrrgg!!!), como o ponteiro das horas no meu relógio de pulso que por acaso responde ao meu relógio biológico: “são horas de jantar!!”; na Avenida da Liberdade. E tudo isto porquê? ... Je vous demande un peu...? Porque... [rewind]...
É de noite, quero ir para casa, podre de cansaço depois de um dia de trabalho, e... É NATAL!!!!! (sinos) O povo sai à rua para ver as iluminações!!!! Pois com certeza! Está na hora da peregrinação, antes do jantar, até à árvore de Natal mais alta (e mais foleira) da Europa!!!! Por isso, bora todos, de carro, para os engarrafamentos, ver as iluminações da Avenida da Liberdade (1ªentrada), dos Restauradores (2ª entrada), do Rossio (1º prato), da Baixa (2º prato) e, por fim, o melhor de tudo, a sobremesa, o... TERREIRO DO PASSOOO!!!! COM A ÁRVORE!! É neste preciso momento que todo bom português abranda (ou simplesmente pára), abre a janela, abre muito os olhos (uaaaauuu!!!), estica o pescoço para ver a estrela, saca do telemóvel, e tira um foto para recordar, até ao fim da sua existência, este monumento ao espírito natalício enquanto mega-estratégia de marketing. É triste.
imagem tirada do site
http://www.telecom.pt/InternetResource/PTSite/
PT/Canais/SobreaPT/noticiasPT/arvorenatalsapo.htm
terça-feira, novembro 28, 2006
diecinueve... emeretzi... neunzehn... ou terra do nunca
quarta-feira, outubro 11, 2006
sexta-feira, outubro 06, 2006
Direito de voto das mulheres
quarta-feira, outubro 04, 2006
Não-ditos
Claro que continuam a haver zonas de sombra. Mas se tudo fosse tão claro e vida perdia metade da piada… num quadro tem que haver sombras, nem que seja para dar mais valor à luz...
Seja como for... merci.
terça-feira, outubro 03, 2006
sexta-feira, setembro 29, 2006
"el eslabón perdido entre el mono y el hombre"
(...)
En las clínicas atendemos casos de mareo y vértigo que se producen cuando el humano se pone en pie de repente, vestigios del desarreglo funcional que supuso adaptarse a la verticalidad. Lo que sí tiene el humano es nostalgía de lo horizontal. En cuanto al rabo, digamos que es una rareza, una deficiencia biológica, que el hombre no lo tenga, o lo tenga digamos que cortado. Esa ausencia de rabo no debe de ser un factor despreciable para explicar el origen del lenguaje oral.
(...)

A ras de la tierra, el mutante erecto le devolvió la risotada al chimpancé. Reconoció el escarnio. Se sabía defectuoso, anormal. Y por eso también tenía el instinto de la muerte. Era a la vez animal y planta. Tenía y no tenía raíces. De ese transtorno, de esa rareza, surgió el gran ovillo. Una segunda naturaleza. Otra realidad. Eso que el doctor Nóvoa Santos llamaba la realidad intelligente.»
Manuel Rivas, El lápiz del carpintero
NB - mudei o tamanho da letra porque considero que o texto que se segue pode ter duas leituras: o que está em grande é o que tem mais piada, mas lendo até ao fim é que se percebe que existe um raciocínio mais elaborado.
quinta-feira, setembro 28, 2006
monólogo no autocarro
segunda-feira, setembro 25, 2006
gostei...
Que l'homme sans le Paradis
Vaut mieux qu'un Paradis sans hommes
Dieu me pardonne!
je l'ai entendu dans une musique chantée par Pauline Julien (il faut que j'aille voir se c'est d'elle)
Elfos... e shopping
quinta-feira, setembro 21, 2006
Experiência... fatal?
Hey!!!!
Meus senhores, minhas senhoras, caros leitores: o "Experiência(s)" fez, dia 6 do presente mês, 1 ano!!!! (aplausos)
Messieurs-Dames, mes très chers lecteurs: ce blog, "Experiência(s)" a pu fêter, le 6 de ce mois-ci, son 1er anniversaire!!!! (applaudissez-le bien fort)
Je suis allée voir mon premier post... tão kridooooo!!!!! Foi enternecedor ver a minha primeira tentativa de post... tão tosca... aiai... snif... é como ver o velho álbum de fotografias com os meus primeiros passos... como o tempo passa... enfim... é assim a vida...
http://istonaoenadafacil.blogspot.com/2005/09/primeiro-texto-tipo-introduo-ou-assim.html
Sreet Parade de Zürich...
Este é um "valaisan" que, ao que parece, costuma aparecer neste tipo de eventos: vai com chocalhos de vacas (aquelas que se costumam ver nos verdes campos de Suíça... roxas e com escrito MILKA nas manchas) e bandeirinhas do canton du Valais.
Estes são uma família, iam duas senhoras, um senhor e um puto, todos vestidos de preto, com perucas feitas de balões de todas as cores.
Aqui já se vê uma população mais techno, acho que era na Bahnhofstrasse mas já não tenho a certeza. Havia pessoas vestidas normalmente, e algumas de roupa interior, lingerie sexy (apesar da chuva!) , etc...
Muchos jóvenes, como se pode constatar... esta menina de côr-de rosa fez um belo sorriso ao Thomas =P
Pelnas, muitas pelnas. Havias meninas que punham colans, outras nem isso...
Estes são góticos, penso eu de que...
Pelucas... muitas pelucas... acho que foi nesta passadeira que a mãe viu passar um senhor nu... com uma pele de leopardo nas partes intimas (para não apanharem frio, visto que apesar de ser a meio do mês de Agosto chegou a chover como hoje de manhã em Lisboa).
terça-feira, setembro 19, 2006
Crash
http://www.cienciapt.net/congressosdesc.asp?id=5045
Foi ontem de manhã, quando passei de autocarro pela praça do comércio, a caminho da faculdade. Eram aí umas 11h (mais do que horas para estar o pessoal a trabalhar...) e estava uma multidão a ver a exposição. No autocarro toda a gente se virou, de olhos a brilhar, e a comentar "olha, é a exposição dos carros" "chiiii! olha práquele, todo desfeito!".
Será que "A Terra Vista do Céu" teve tanto sucesso? Não; tal como nos engarrafamentos na autoestrada quando há acidentes e toda a gente abranda para ver, aqui logo de manhãzinha, nem é preciso estar de carro nem nada. Todos temos o privilégio de nos aproximar, de ir rondar à volta dos carros desfeitos. Os acidentes agora são assumidamente espectáculo, uma exposição para curiosos, para o "badaud" que existe em cada um de nós. Ainda não fui ver (não sei se irei), portanto não sei como está feito, mas parece-me uma falta de consideração para os que estavam nesses mesmos carros... pensando melhor, até sou capaz de ir lá dar uma voltinha, talvez consiga encontrar rastros de sangue, ou pedaços de cérebro colados ao pára-brisas.
terça-feira, setembro 12, 2006
palavras que se ouvem... e que ficam II
"Há dois tipos de pessoas: as que consideram que merecem ser felizes, e as que, sempre que algo de maravilhoso lhes acontece, consideram que outros deveriam estar no seu lugar"
Não sei se se trata de merecer... penso que por aí todos merecemos... enfim, a frase ficou-me.
quinta-feira, setembro 07, 2006
palhinha
quarta-feira, agosto 23, 2006
Des mots qu'on entend... qui restent
terça-feira, agosto 01, 2006
Alphabet
Mondo, J. M. G. Le Clézio
Le Clézio

Je lis, en ce moment, Mondo et autres histoires de J. M. G. Le Clézio. Je vais juste transcrire ce qui m'a attiré dans ce bouquin au moment où je l'ai acheté.
~ l'extrait transcrit au dos du livre:
«Personne n'aurait pu dire d'où venait Mondo. Il était arrivé un jour, par hasard, ici dans notre ville, sans qu'on s'en aperçoive, et puis on s'était habitué à lui. C'était un garçon d'une dizaine d'années, avec un visage tout rond et tranquille, et de beaux yeux noirs un peu obliques. Mais c'était surtout ses cheveux qu'on remarquait, des cheveux brun cendré qui changeaient de couleur selon la lumière, et qui paraissaient presque gris à la tombée de la nuit. [...] Quand il arrivait vers vous, il vous regardait bien en face, il souriait, et ses yeux étroits devenaient deux fentes brillantes. C'était sa façon de saluer. Quand il y avait quelqu'un qui lui plaisait, il l'arrêtait et lui demandait tout simplement: "Est-ce que vous voulez m'adopter?"»
~ les titres:
Mondo
Lullaby
La montagne du dieu vivant
La roue d'eau
Celui qui n'avait jamais vu la mer
Hazaran
Peuple du ciel
Les bergers
segunda-feira, julho 31, 2006
, (vírgula)
! (ponto de exclamação)
Tenho neste momento uma protuberância na testa. Como quem diz, o meu verão começou em grande. Com efeito, a purulência (o corrector do Word diz que esta palavra não existe, mas eu vou supor que os meus estimados leitores a conhecem) latente tem uma dimensão considerável. Eu nunca tive acne (mais uma palavra que eu nunca soube pronunciar em português), estou portanto a assistir a um fenómeno inédito na minha vida. E digo latente porque ainda não apareceu a… digamos… borbulha no seu máximo esplendor. Quando tal acontecer, prometo fazer dela uma descrição detalhada. Não percam o próximo episódio. Estava eu a dizer que me está a aparecer uma… inquilina na testa. O problema é que este "aparecer" significa que está no estado em que parece um galo. Pois, quem olha par mim pensa que bati com a cabeça. Não que isso nunca acontecesse antes, dadas as minhas célebres figuras em frente de estranhos. (as minhas últimas vítimas foram os nossos novos vizinhos da frente… mas isto é um aspecto da minha vida pessoal que prefiro não abordar por enquanto)
Sinto, de cada vez que se olha para mim, os olhares a dirigirem-se, inexoravelmente, para este ponto crítico quase no meio da minha testa. Também sinto, constantemente, a minha nova companheira a crescer, a surgir lentamente das entranhas da epiderme da minha branca e pura fronte. Lembro-me de quando era pequena, e metia um feijão dentro de algodão húmido, e todas as manhãs ia de pijama até à cozinha ver o quanto ele tinha crescido nessa noite… que bonito. É a vida. Enfim… Deixem-me só limpar esta lágrima que tenho no canto do olho para poder continuar a escrever (HAHAHA! ESTA FOI BOA. MUITO BOA. MUITO BOA MESMO.).
Sonho durante a noite com isto, e todas as manhãs, quando acordo, vou-me ver ao espelho. De maneira que já me mentalizei sobre o que vou fazer na próxima semana. Escrever o meu primeiro best-seller: as aventuras de um unicórnio no Algarve.
(PFAAAAAAAAAAAAAAHHHAHAHAAHAHAAHAHA!!!!!)
domingo, julho 30, 2006
quarta-feira, julho 26, 2006
.(ponto)
I
De todos os cantos do mundo
Amo com um amor mais forte e mais profundo
Aquela praia extensa e nua
Onde me uni ao mar, ao vento e à lua
II
Cheiro a terra as árvores e o vento
Que a Primavera enche de perfumes
Mas nelas só quero e só procuro
A selvagem exalação das ondas
Subindo para os astros como um grito puro
Sophia de Mello Breyner Andresen
domingo, julho 23, 2006
Save the Lebanese Civilians

Foi no festival de teatro lycéen de la méditerranée (ok, juro que não volto a mencionar o teatro) que descobri que queria aprender árabe... quando nós, "les portugais", passámos as noites (não me lembro quantas) no mesmo corredor que os libaneses. Passámos literalmente a noite no corredor, visto que ninguém se queria deitar. Ou nos telhados do colégio interno, até ver nascer o sol... Depois foram as despedidas, os primeiros a ir embora foram os italianos, e depois sucederam-se as despedidas, daquelas em que toda a gente chora e jura, e promete que não esquece. Escrevem-se dedicatórias, partilham-se e-mails, etc, etc... sabendo perfeitamente que tudo aquilo não será mais que recordação. Seja como for, depois de quase dois anos sem notícias recebo este mail:
Please go to http://julywar.epetition.net and sign the Save the Lebanese Civilians Petition and forward this invitation to your friends.
Lebanese civilians have been under the constant attack of the state of Israel for several days. The State of Israel, in disregard to international law and the Geneva Convention, is launching a maritime and air siege targeting the entire population of the country. Innocent civilians are being collectively punished in Lebanon by the state of Israel in deliberate acts of terrorism as described in Article 33 of the Geneva Convention.
http://julywar.epetition.net
da MariJo. Ela tinha-nos escrito, uns tempos atrás a querer saber novidades, e eu quis responder, mas não tive tempo. E depois houve os ataques e senti-me estúpida. Desta vez respondo-lhe. De certeza.
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